Luz, lua, luar, luminescência do limiar lunar, que brilha, flameja e se faz faísca de ouro-prata das marcas de teus sinais, que reluzem, fulgem e cintilam as chispas sobre o branco-gelo. Das nuvens que por ti perpassam e que não cobrem o teu lampejo, chamejo brilhar, lua que faz noite clarão, que troveja, relampeja e deseja o mais intenso brilho dos olhos teus, lua de paixões apaixonantes dos apaixonados, loucos alucinados pelas rimas musicais dos poemas e poesias, que o fazem sucumbir aos teus pés, deitados sob o cintilar de teu encanto, charme de tua maquiagem romanticamente prateada.
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