Vazio, frio, seco, cheio, quente, molhado. Me deparo com a realidade de quereres. Viajo pelas imagens, sentimentos e outras coisas. Mergulho dentro de mim à procura do que está lá fora a minha espera, não sei. No escuro ainda me encontro sob a luz lunar, só, sozinho, um barco, uma folha, um balão que voa, flâmula e que não encontrou o lugar pra se prender. Andarilho, me vejo nessa estrada de terra, areia, barro molhado, sem folhas, galhos ou garranchos. Lá adiante acredito existir o jardim que aparece nos meus sonhos.
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